Desde sempre o rio Tejo atraiu pescadores vindos de longe. Gente do mar que procuravam ganhar o pão que o mar lhes negava. Inicialmente, estes “nómadas do rio”, baptizados de avieiros por serem naturais de Vieira de Leiria, visitavam o local apenas sazonalmente.
Muitos dormiam, trabalhavam e viviam nos barcos, com a família, e foram construindo pequenas casas, inicialmente utilizando canas. Findo o Inverno voltavam à praia da Vieira.
Aos poucos, cansados das dispendiosas idas e voltas, foram ficando. O Tejo garantia-lhes o ganha-pão e proporcionava ambiente menos hostil, tendo trocado definitivamente a pesca marítima, pela fluvial. Os donos das terras da borda d’Água autorizaram-nos a estabelecer-se nas margens do Tejo, e assim começaram a surgir as primeiras barracas de madeira em cima de estacas (palafitas). Nascem, desta forma, aldeias, de configuração irregular, levantadas aos solavancos conforme as posses dos pescadores.
As casas, assentes em pilares para resistirem às cheias do rio, eram pintadas com cores garridas, típicas da zona da Vieira – verde, vermelho e azul.
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O preço do programa inclui
- Transporte de Lisboa para Valada do Ribatejo
- Passeio de barco no rio Tejo
- Visita guiada à aldeia Avieira da Palhota
- Visita guiada à aldeia Avieira do Escaroupim e núcleo museológico Avieiro do Escaroupim
O preço do programa não inclui
- Refeições
- Extras de carácter pessoal
Parceiro: Ollem Tours
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